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Archive for Maio, 2010

Já está disponível, através do site da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), a consulta ao catálogo informatizado da nossa Escola. No catálogo dispõem de informação relativa a todos os documentos (excepto publicações periódicas) que entraram na biblioteca a partir do ano lectivo de 1990-1991.

O caminho a seguir é:

RBE > Catálogos > Catálogos das escolas > DREC > Escola Secundária Infanta D. Maria

Ou a partir desta ligação:

CATÁLOGO DA ESCOLA

CATÁLOGO ON LINE

Lembramos, no entanto, que até mudarmos para as novas instalações, e como já é do conhecimento de todos, apenas temos acesso a uma pequena parte de todo o acervo da biblioteca.

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Sugestões

Usámos o trabalho apresentado pelos alunos do 9º Ano como ponto de partida para a elaboração de uma lista de títulos a serem adquiridos pela biblioteca logo que haja disponibilidade orçamental. Nestes últimos anos a Escola tem desenvolvido esforços para adquirir obras especialmente indicadas para os mais jovens, nomeadamente pelo Plano Nacional de Leitura.
Das obras trabalhadas pelos alunos, já temos Capitães da Areia de Jorge Amado; A Lua de Joana de Maria Teresa M. Gonzales; Marley e Eu de John Grogan; Gente Feliz com Lágrimas de João de Melo; Os Maias de Eça de Queirós; O Principezinho de A. Saint-Exupéry ; A Viagem do Elefante e As Intermitências da Morte de José Saramago; e Se Perguntarem por Mim Digam que Voei de Alice Vieira. Podem consultar a lista completa na Biblioteca (sala 2.9).
A propósito de listas, foi também publicada a lista dos 10 romances mais representativos da Literatura Portuguesa escolhidos pela Universidade de Coimbra.
Lembramos também que nesta altura do ano, em que ainda estão presentes as necessidades que sentimos, seria importante que os professores nos fizessem chegar uma lista de sugestões de novidades ou títulos (livros e filmes) que achem especialmente importantes recomendar para aquisição pela Escola para apoio curricular das diferentes disciplinas.

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Não são só os nossos alunos que são escritores valentes, como pudemos constatar nas recentes mostras de poesia dos alunos do 8º ano.
A última contribuição é do professor João Santos, artista com esqueleto de escritor:

Aqui entrego algumas palavras do meu último original, ainda em construção…

“Lembro-me de Alberto Caeiro que desejava trincar a terra toda, desejava sentir-lhe um paladar, seria mais feliz um momento se a terra fosse coisa para trincar. Essa terra que se abriu nas suas entranhas e resolveu mostrar o misterioso poder da infelicidade, porque é preciso ser de vez em quando infeliz para se poder ser natural…”

“Ao desfazer-me em vontades, em sonhos novos, em tentativas de alterar o inalterável, percebi que não mais funcionava essa ambição. Não houve tempo para tornar viável um novo entendimento com as negras imagens dos sonhos, acabar de vez com as minhas desagregadas intenções. Ao perceber que tudo estava a acontecer pela acção desmedida e irreflectida das minhas visões, corri em todas as direcções e em nenhuma. Corri de todo aquele inferno que ajudei a crescer, corri pelos becos despedaçados e pelo centro de tantos mortos semeados pelos céus, corri na vaga esperança de ser engolida pelos destroços, pelas mãos dos assassinos e ladrões, pelas águas do Tejo que acudiam na limpeza das misérias. Corri para encontrar novamente a noite em que estas loucuras envenenaram as imagens lançadas à toa pelos meus mais sórdidos pesadelos, corri para sentir que dormia e que tudo se passava ainda bem dentro das minhas ideias. Corri com os pés a desenharem no chão a vontade em não voltar a acordar. Corri para desaparecer, para tentar afastar de vez este pedaço de sonho construído com a mais negra das minhas vontades.
Corri para procurar um dia em que eu nem sequer ainda fosse gente neste mundo que sonhei destruir.”

in “Médico no Terramoto”
João Santos

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Partilhando leituras, vou hoje falar de um outro livro:
“A Leitora Real” de Alan Bennett, cujo título original é “The uncommon reader”, uma edição de 2008, com tradução portuguesa de 2009. Classificado pelo “The Times” como “Um feroz tratado contra a estupidez” é um livro muito interessante, principalmente porque nada parece ser ficção, visto que as personagens principais estão identificadas com os seus próprios nomes. Mostra de forma irónica a falta de cultura dos governantes, o “medo” que sentem da literatura e da sua influência. Mostra-nos também o poder e a força dos livros, a forma como podem “humanizar” quem os lê, como podem transformar a nossa vida, colocar-nos mais próximos dos outros, mais compreensivos, com uma nova visão do mundo e das pessoas. Mas avisa também que o livro, depois de publicado, se torna uma entidade independente, já não pertence ao seu autor, que passa a ser um homem comum, a escrita não o tornou diferente do comum dos mortais. Enfim, uma bela reflexão sobre o prazer da leitura.
Isaltina Martins

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Em Maio, mais Poesia

Lembramos que estão a ser publicados na Internet os poemas seleccionados pela escola para A Poesia dos Dias. É só visitar o site da Biblioteca Municipal de Coimbra e clicar sobre o calendário. Para concluir as actividades em torno da poesia poderão apreciar mais poemas, desta feita, escritos por alunos da escola. Na biblioteca, podem ler os testemunhos de alguns alunos sobre a importância da leitura.

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Dia Mundial do Livro

Ainda a propósito do Dia Mundial do Livro, encontra-se em exposição na Biblioteca (sala 2.9) uma instalação, montada pelo Professor Sequeira, de marcadores criados por alunos do 9º ano para publicitarem leituras feitas na disciplina de Língua Portuguesa. Poderás ler também testemunhos de alguns alunos do 10º ano sobre a importância dos livros e da leitura. “Os livros são dos bens materiais mais importantes para mim”, diz uma aluna e outro escreve que os livros o “fazem visitar sítios em que a sua imaginação manda.”

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Partilha de leituras:

Acabei de ler “O miúdo que pregava pregos numa tábua” de Manuel Alegre. Não é um romance, mas conta uma história. Não é um poema, mas todo ele está cheio de poesia. É o percurso de uma vida, uma reflexão sobre o crescimento, sobre o tempo e as suas vicissitudes. O narrador (o autor ) recorda o seu caminhar no mundo das letras, o seu despertar para a poesia, o seu amadurecimento como homem e como escritor. Uma interessante incursão no mundo da criação artística e sua relação com a vida, a família, a sociedade. O próprio autor diz no início :
“Quando estava a escrever este livro, um amigo perguntou-me se era uma história. Não soube responder-lhe. Mas fiquei a pensar na pergunta. E agora acho que sim, é a história de um miúdo que pregava pregos numa tábua e depois começou a contar as sílabas pelos dedos.”
Isaltina Martins

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